10 . abr . 2018 Comportamento Alimentar  Resiliência  

7 passos para desenvolver a resiliência e melhorar sua alimentação

7 passos para desenvolver a resiliência e melhorar sua alimentação

Por que algumas pessoas superam certas dificuldades e outras diante de situações parecidas ficam desesperadas? Por que é importante possuir características de superação? Como desenvolver a resiliência ajudaria na minha alimentação? Vamos tirar essas dúvidas e nos tornar mais resilientes!

Afinal, o que é resiliência?

Inicialmente usada na área da física, a resiliência está relacionada à flexibilidade de objetos que voltam ao estado natural depois de sofrerem pressão, como uma mola, por exemplo. Saindo da física e passando para o campo pessoal, o termo se relaciona àquelas pessoas que conseguem superar dificuldades e desafios e se fortalecerem a partir destas situações adversas.

Como construimos a resiliência?

A resiliência é construída pelas experiências acumuladas durante a vida. Por exemplo quando uma criança cai quando estava brincando e os pais viram que ela não se machucou e a incentivam a continuar brincando. O mesmo processo ocorre em tragédias, doenças ou outras dificuldades pessoais e profissionais.

E a alimentação entra aonde?

Esse processo de construção da resiliência também vale para a alimentação: ao se deparar com um “fracasso” na tentativa de melhorar a saúde, emagrecer ou adotar um certo padrão alimentar, algumas pessoas passam a acreditar que essa mudança não é possível e desistem.

Mas o que posso fazer para desenvolver a resiliência e, por consequência, melhorar minha alimentação? Aqui vão sete passos!

1. Mantenha o foco no seu objetivo.

Olhe para frente e não se prenda ao passado! Afinal, todos podem ter uma alimentação saudável dentro de suas possibilidades.

2. Mantenha-se motivado.

Quem trabalha firme não tem tempo para focar nas mágoas do passado.

3. Suporte emocional.

Invista nas pessoas que te dão suporte emocional como fonte de apoio e de encorajamento.

4. Veja o lado bom.

Mude o hábito de colocar defeito nas coisas e de ver apenas o lado ruim das situações: lute contra o hábito de ter uma opinião rígida sobre tudo.

5. Redescubra as coisas que lhe dão prazer.

Cuide de sua mente e corpo, tenha um hobbie e faça um exercício que você goste!

6. Fique atento às necessidades dos outros.

Contribuição e compaixão aumentam a resiliência.

7. Assuma o controle emocional.

Resiliência não é rejeitar ou ignorar as emoções negativas, mas apenas não permitir que elas controlem você. Fique de olho!

Referências

http://cio.com.br/carreira/2016/03/07/sete-passos-para-desenvolver-a-resiliencia/

psicologacomportamental.com/2016/10/08/resiliencia/

elisa yumi nutricionista

Elisa Yumi Koyama da Silva

Nutricionista | CRN 3-47046

Acredita que o respeito à cultura alimentar e a abordagem comportamental são fundamentais para o acompanhamento nutricional. Afinal, o que comemos diz muito sobre quem somos e sobre nossa história. Defende que a relação entre nutricionista e paciente deva ser de construção conjunta e o nutricionista apenas um facilitador das conquistas que estão dentro de cada um.

“Poder trabalhar empoderando as pessoas e promovendo saúde e bem-estar é muito gratificante, principalmente ao ampliar a alimentação para os aspectos psicológicos, emocionais e sociais.”

Dá muita importância ao resgate do prazer em comer, ao respeito ao corpo e à autonomia dos indivíduos sobre suas escolhas alimentares. Acredita que o papel do nutricionista é muito bonito ao ampliar o real significado da alimentação a quem tem diferentes objetivos nutricionais!

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